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Em saúde, mesmo quem não é da área sabe que a prioridade, sem exceção, é a segurança e o cuidado com os pacientes. Por isso, os estoques de empresas que atuam neste segmento, em geral, necessitam de uma margem de insumos maior do que em outras. Isto porque no momento do atendimento nada pode faltar. Porém, os materiais utilizados por hospitais e clínicas de saúde custam caro, tornando os sistemas integrados de gestão, que alinham gerenciamento de estoque e financeiro, grandes aliados para o desenvolvimento do setor como um todo. 

De forma mais ampla, estas soluções são fundamentais para a transformação da produtividade de empresas em diversos setores da economia, auxiliando não apenas no gerenciamento, mas também na obtenção de informações que ajudam em uma tomada de decisão mais assertiva. 

No setor de saúde, ter uma visão mais inteligente de estoque ou inventário é algo indispensável para qualquer companhia que busque resultados mais expressivos. 

Gestão empresarial em saúde

A ausência de visibilidade do fluxo de caixa é um dos principais motivos para a falência de diversos tipos de negócios. Na área médica não é diferente. Segundo dados da pesquisa “Cenário dos Hospitais no Brasil 2020”, realizada pela Federação Brasileira de Hospitais (FBH), em parceria com a Confederação Nacional de Saúde (CNS), mais de 2 mil hospitais privados foram fechados no Brasil na última década. 

Os números ajudam a ilustrar um cenário que preocupa. Entender o fluxo de dinheiro, de onde ele vem e para onde ele vai, é algo crucial para qualquer companhia. Sem este tipo de informação, fornecida por sistemas integrados de gestão, é impossível reduzir a ineficiência de utilização de recursos. 

Se este tipo de ferramenta for considerada, é possível combinar esta estrutura com sistemas de financiamento integrados, que permitem o alongamento de prazos para pagamentos com taxas justas. Antes, este tipo de solução só fazia parte da realidade de grandes instituições, mas este cenário mudou.

A Zaga, por exemplo, ajuda empresas do setor de saúde com a gestão estratégica de estoques e compras. Com tecnologia própria, as técnicas usadas no sistema Zaga já ajudaram inúmeros negócios da saúde, tanto de pequeno e médio porte e acumulou cases de sucesso como o da Santa Casa  de Misericórdia de Santa Rosa de Viterbo e Labi Exames.

Repercussão dos sistemas integrados de gestão ao financeiro 

A gestão de suprimentos costuma ser vista como uma função “mecânica” e de rotina. As empresas a consideram importante, mas nem todas olham para isto de forma estratégica. Quando bem observada, a gestão financeira estratégica considera os insumos como parte do ciclo de receita e otimiza tanto o inventário quanto compras em cada decisão. Em geral, perguntas simples como o que e quanto comprar são feitas, porém, respostas mal elaboradas podem levar a maus resultados.

Para exemplificar, basta observar o olhar simplista que muitos gestores direcionam para o crédito de capital de giro. Se utilizado de forma correta, este tipo de financiamento pode destravar valor em recursos que antes não estavam sendo utilizados. Mas, em geral, tratam exatamente da forma contrária e enxergam a ferramenta como última opção. 

Imagine uma empresa com uma série de insumos de saúde, alguns deles perecíveis. Como organizar esses materiais a fim de evitar desperdícios e melhor otimização de recursos financeiros? Certamente, uma planilha não será capaz de atender esta demanda. A resposta é: por meio de sistemas integrados de gestão. 

Os desafios para a implementação de tecnologia em saúde

Um dos grandes desafios para sistemas integrados de gestão na área de saúde, e para qualquer outra solução, é o ceticismo e falta de informações dos gestores. Isto porque existem diversas plataformas que estão obsoletas e não dão conta de atender as demandas atuais dessas empresas. Algumas ferramentas são importadas, mas, ainda assim, não conseguem dar conta da realidade brasileira. 

Nesta linha, ouvir os gestores e endereçar seus principais problemas é um dos grandes desafios dos negócios de tecnologia que fornecem sistemas ao setor. Vale ressaltar que nem sempre o que vai servir para uma grande rede, também será útil para uma pequena, que tem o gerenciamento feito por meio de planilhas e anotações. 

Para que um sistema integrado de gestão faça sentido, ele precisa equilibrar necessidades de clientes com o custo, seja de implementação ou manutenção. Além disso, a interface precisa ser amigável e simples para o uso no dia a dia. 

Antes, os sistemas acabavam se valendo de linguagens pesadas e complexas para o usuário. O mercado já percebeu esta nuance e vem atuando para mudar este cenário. Hoje já existem soluções baratas e que atendem a rotina das empresas. 

São sistemas especializados em funções específicas compatíveis com um bom ERP, porém, mais fácil e acessível. Estas soluções podem ser integradas com outras ferramentas a fim de entregar um resultado ainda melhor na ponta final. 

Desta forma, investir em sistemas integrados de gestão feitos sob medida é algo que não deve ser desconsiderado pelos gestores. Este pode ser um passo importante para o crescimento do negócio e otimização do trabalho dos colaboradores. 

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